Prólogo
Meu nome é Lucas, hoje tenho 22 anos e aqui eu vou contar como fui aprisionado entre duas dimensões. REAL e VIRTUAL. Esqueça tudo que você imaginou tudo que você viveu, pois o que irei contar aqui será diferente de qualquer experiência que você tenha visto em sua vida. O meu objetivo, é relatar o mais rápido possível tudo o que presenciei, e se de algum jeito eu conseguir sair daqui, irei voltar onde tudo começou há sete anos e deixar esta câmera para o meu EU no passado com o intuito de que ele veja os vídeos e não repita a burrada que eu fiz. Hoje estou no ano de 2017, habitando um planeta quase extinto, ou melhor, o que tenha sobrado dele.
Eu preciso que você acredite em tudo que irei contar aqui, pois, só você pode reverter tudo que eu fiz.
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ELEMENTÁRIA
Capítulo I : Um grande susto!
Tudo que aconteceu me destruiu totalmente. Nunca pensei que sentiria nojo de mim mesmo e que um simples “Sim” acabaria destruindo tudo o que eu julgava ser verdadeiro. Meus pais, meus amigos. Todos morreram... Por minha causa. Simplesmente por eu querer mudar quem eu era. Uma escolha que acabou com tudo. Sabe quando você se sente cheio de tudo? Cansado? Era assim que eu me sentia quando pequeno. Meus pais trabalhavam muito e eu mal conseguia falar com eles, até que eu comecei a me sentir sozinho, o que me fez passar mais tempo na frente do PC. Como eu estudava no período da manhã, tinha toda a tarde livre para fazer qualquer coisa, até porque o meu pai estaria dormindo, pois, trabalhava como segurança de noite, e minha mãe era enfermeira e trabalhava a tarde toda e às vezes tinha que fazer plantão de noite também. Meu nome é Lucas, estou no ano de 2017 e é assim que começo a explicar tudo o que aconteceu na minha vida.
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Estávamos no ano de 2010. Faltava pouco para o ano acabar, eu estava no fim da oitava serie. Não via a hora de o próximo ano começar, até então eu achava que na outra escola eu pudesse ser alguém e não aquele nerd que todos viam. Eu tinha 1,68 era o menor da minha classe. “Quando eu iria crescer?” Eu pensava. Meu cabelo era curto e preto, eu ousava arrepiá-lo às vezes. Os meus olhos castanhos me faziam mais normal ainda e normalmente eu ia para a escola de uniforme, mas, fora da escola eu sempre usava uma camiseta de manga curta preta, um short jeans e um all star preto. Na escola só duas pessoas falavam comigo O Erick e a Iara. O Erick infelizmente sofreu um acidente quando pequeno e perdeu o braço esquerdo. Era um pouco mais alto que eu, cabelos caindo no olho e tinha um tom de pele café com leite. A Iara era uma menina legal, foi à primeira menina que falou comigo naquela escola e infelizmente... a única. Sempre achei que ela gostava de mim, mas, nunca me vi como mais que amigo dela. Ela estava começando a usar lentes de contato, pois, precisava de óculos para enxergar. Seu longo cabelo loiro por algum motivo não a deixava bonita, mas isso não vem ao caso. O importante é o que aconteceu uma semana antes de acabarem as aulas.
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Nunca pensei que a minha vida tomaria um rumo assim. Era uma segunda feira qualquer, a única diferença era que as provas já tinham acabado e só nos restava curtir. Quer dizer, eles curtiam. Eu não fui ao baile, convidei o Erick e a Iara para passarem o dia em casa. A campainha tocou eu sabia que eram eles. Desci as escadas, como sempre, não havia ninguém em casa. Abri a porta com um sorriso no rosto, mas, não eram eles que estavam na porta. Era um homem, alto, não só simplesmente alto ele era realmente muito alto, para passar pela porta ele teve que se encurvar um pouco. Tudo em seu corpo era exageradamente grande, seus olhos me davam medo e ele me encarava de um jeito estranho. Era quase como um homem das cavernas, aquele cabelo grande, barba por fazer indicava que ele não ia a um cabeleireiro há um bom tempo. Usava um, sobretudo que cobria todo o seu corpo, e uma bota preta de couro como se tivesse vindo de um lugar muito frio.
- Quem é você? – Perguntei aflito.
- Isso não importa muito. Na verdade, a pergunta certa seria: Quem é VOCÊ? – O homem entrou em minha casa sem pedir licença. E se sentou no sofá de couro da minha mãe causando o maior tremor. Como você se sente com essa vida, Lucas? Você não é nada. Você não é ninguém. – Continuou o homem – Normalmente, eu não viria pessoalmente até aqui, mas, tenho uma proposta a lhe fazer.
A campainha tocou novamente.
O homem me olhou com olhar de desaprovação. Eu sabia que não deveria deixa-los entrar. Não agora. Mas, senti um medo e pensei que estaria protegido se meus amigos estivessem ao meu lado!
A campainha tocou mais duas vezes.
Senti minha boca abrir para balbuciar a palavra “Entrem”, mas, eu simplesmente já não estava ali, não estava mais na minha casa. Lembro que eu não enxergava mais. Era frio e TUDO estava absolutamente escuro. Por um momento pensei que estivesse morto. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo, eu não fazia ideia do que estava acontecendo...
-- Eu morri? – Pode parecer idiota, mas, eu estava tão desesperado que não conseguia sentir mais nada. Minhas pernas tremiam me sentia inseguro. Eu só queria sair dali.
Sem resposta.
-- Tem alguém ai?
Sem resposta.
Tentei andar. Mas, era uma sensação diferente, como se eu estivesse flutuando. Eu sabia que não estava andando coisa nenhuma, mas, eu insistia em tentar. E quase como em um piscar de olhos uma luz forte branca como neve começou a explodir de algum lugar muito distante, chegando perto de mim. E essa luz fazia meus olhos queimarem tão intensamente que pude sentir minha alma queimando. Só percebi que tinha desmaiado quando acordei novamente no meio da sala da minha casa.
E a campainha continuava tocando.
Fim do primeiro capítulo.
Ronaldo, e brilhas mto
ResponderExcluirGosteii, parabéns cara, continue escrevendo... Felipe Meireles
ResponderExcluirCarai manow....mto legal....espero q vc escreva essa historia até o final...pq tem escritores q naum passam do prólogo com suas histórias...
ResponderExcluirContinue assim...ta ficando mto legal!!
caram to gosstando MUITO mesmo! *-* continue (yn)
ResponderExcluirMuito bom cara :D ansioso pro prox....
ResponderExcluirMuito bem cunhado, suas histórias estão ficando melhores.
ResponderExcluirAss: Dani
Começou como "Efeito Borboleta", teve leves traços de "O exterminador do Futuro", a descrição do personagem parece muito auto-biográfico, além de fazer com que o leitor ache que o escritor esta assistindo 'Glee' demais. Foi impressão ou o primo do Hagrid veio fazer uma visita ao primeiro capitulo? Seria coincidência?
ResponderExcluirNo resto, se sobrou algum, bem original.
P.S.: 'História com temática MMORPG', o que diabos é isso? Novo tema literário? Nada de ação, ficção, fantasia? Temática MMORPG?
Vou tirar o post anoônimo, queria mto saber quem é o cidadão ai de cima ;)
ResponderExcluirFicou maneiro cara, o próximo capítulo deixa mais longo, descreve melhor os personagens, acabou tudo muito rápido.
ResponderExcluirMas continua assim q tá maneiro
Velho fkou mtu foda... qro ver o segundo capitulo logo porra....
ResponderExcluirAnonimo
Pelo menos mostre sua kra... diga qm e ou nao tem coragem ?
Ps: Falar q tah ruim e facil... mas pq vc nao tenta fazer melhor ?
ResponderExcluirQuem tem medo de crítica não escreve fora do diário. Já dizia um provérbio Himaláio, "O que importa são as idéias, não a pessoa por trás delas".
ResponderExcluirSe querem falar algo, falem quanto às minhas idéias, não quanto ao meu anonimato, e em relação a fazer 'melhor', esta ai uma boa idéia, que tal criar uma disputa literária saudável? Ninguém tem nada a perder...
Vou escrever e criar um blog, ai se vocês acharem-se por direito 'vingam-se' das minhas críticas, do mesmo modo 'errado' que eu agi.
Não amigo, muito pelo contrário. Estou postando aqui, pra receber criticas mesmo! e vc tem todo o direito de ficar no anônimato , MAS, eu queria muito saber se eu te conheço ... para dizer que o personagen está mto autobiográfico, só me conheçendo.. certo?
ResponderExcluirlegal ro, espero que esse espaço se torne uma coisa boa pra você, não fonte de conflito.
ResponderExcluircomo sempre te prefiro ao vivo.
Gabi
Nossa que legal, é uma historinha mensal?
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